Segundo turno: entenda os cenários e teste suas hipóteses
O segundo turno depende de escolhas que ainda não conhecemos. Esta ferramenta permite testar como diferentes hipóteses sobre participação e distribuição de votos alteram a conta — e entender o peso de cada mudança.
O que você vai encontrar aqui
O especial reúne uma análise das eleições presidenciais de 1989 a 2026 e um simulador construído a partir da base do primeiro turno de 2026 preservada no estudo, com corte em 17/10/2026. A análise compara votos válidos, abstenções, brancos e nulos, diferenças entre regiões e estados e cenários condicionais para o segundo turno.
O objetivo é explicar a aritmética eleitoral: uma mudança na participação pode ter efeitos diferentes conforme o lugar em que acontece; a distribuição dos votos dos demais candidatos também altera o resultado. Totais agregados não revelam como cada eleitor votou ou votará.
Como explorar o simulador
- Escolha Brasil, uma região ou um estado/DF.
- Altere abstenção, brancos e nulos em pontos percentuais e escolha a divisão dos votos dos demais candidatos.
- Compare o resultado local com o nacional. Abra os controles adicionais para testar trocas entre os candidatos e a divisão da mudança dos votos válidos.
- Use “Restaurar tudo” para voltar às hipóteses iniciais.
As mudanças são aplicadas à área selecionada, preservando as taxas iniciais de cada estado. Os demais estados mantêm seus parâmetros. Para examinar o contexto e as fontes, navegue pelas telas do estudo; para testar uma hipótese, use a tela “Simulador”.
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O que esta análise permite concluir
O resultado mostra o que acontece se as hipóteses escolhidas forem verdadeiras. É possível identificar quais mudanças pesam mais em um cenário e comparar possibilidades. Não é possível deduzir, apenas dessa conta, a probabilidade de um cenário, a decisão individual dos eleitores ou quem vencerá a eleição.
Base, fontes e limites
O estudo preserva sua base documental do TSE, os recortes por ano e território e as ressalvas dos arquivos originais. As telas “Como foi feito” e “Conclusão”, além das referências junto aos dados, explicam os critérios e limitações. Esta integração ao portal não representa uma nova auditoria dos dados. Os totais calculados devem ser lidos com o corte de 17/10/2026 e com as hipóteses exibidas na ferramenta.

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